O advogado Freddy Francis Rangel Mariano, de 47 anos, foi encontrado morto na manhã desta última segunda-feira (18) em uma área às margens de uma estrada na região de Jaboticaba, em Guarapari. A vítima apresentava marcas de tiros no abdômen e na nuca, além de um corte profundo no pescoço, segundo as primeiras informações apuradas pelas autoridades.
O corpo foi localizado próximo a um pesque-pague da região, o que mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Científica. A área foi isolada para realização da perícia técnica, responsável pelos primeiros levantamentos sobre a dinâmica do crime.
Vítima atuava como advogado no Espírito Santo
De acordo com informações do Cadastro Nacional dos Advogados, Freddy Francis Rangel Mariano possuía registro profissional vinculado ao bairro Ataíde, em Vila Velha, na Grande Vitória.
Até o momento, as circunstâncias da morte ainda não foram oficialmente esclarecidas. A Polícia Civil trata o caso como homicídio e trabalha para identificar autoria e motivação do crime.
Nenhum suspeito havia sido preso até a última atualização desta reportagem.
“O caso segue sob investigação da Polícia Civil.”
informou a corporação em nota.

Corpo apresentava sinais de violência extrema
As informações iniciais apontam que a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo em regiões vitais do corpo, incluindo abdômen e nuca. Além disso, os peritos constataram um corte no pescoço, indicando elevado grau de violência.
Os detalhes sobre o horário da morte e a possível dinâmica do assassinato ainda dependem da conclusão dos laudos periciais.
Após os trabalhos da perícia, o corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), onde passou pelos exames de necropsia. O corpo foi liberado para a família na manhã desta terça-feira (19).
OAB-ES divulgou nota de pesar
Nas redes sociais, a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Espírito Santo (OAB-ES), por meio da 8ª Subseção de Vila Velha, publicou uma nota de pesar lamentando a morte de Freddy Francis Rangel Mariano.
A entidade também prestou solidariedade aos familiares e amigos do advogado diante da repercussão e da comoção provocadas pelo caso.
Até o momento, a OAB-ES não informou se acompanhará oficialmente as investigações.

DHPP de Guarapari conduz investigação
A Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari.
As equipes seguem realizando diligências para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar possíveis envolvidos. Até agora, nenhum suspeito foi preso.
A Polícia Civil reforçou que qualquer informação que possa contribuir com as investigações pode ser repassada de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181. Segundo a corporação, o sigilo das informações é absoluto.
