Uma mulher de 50 anos foi brutalmente assassinada com diversos golpes de machado no distrito de Burarama, zona rural de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. O crime aconteceu no início da tarde desta última segunda-feira (05) e causou grande comoção entre moradores da região e nas redes sociais.
A vítima foi identificada como Marília das Graças Mendes. De acordo com informações da Polícia Militar, o principal suspeito do homicídio é o companheiro da mulher, que estaria no imóvel no momento do crime e é procurado pelas forças de segurança.
O que se sabe até o momento
Em entrevista à produção da TV Gazeta, o sobrinho da vítima, Jonathan Mendes, de 28 anos, relatou que Marília era mãe de seis filhos e trabalhava vendendo doces nas ruas. No dia do crime, dois dos filhos haviam saído para trabalhar, enquanto ela permaneceu em casa.
Ao retornar, o filho mais velho, de 24 anos, encontrou a residência aberta e a mãe gravemente ferida. Um dos irmãos, ainda menor de idade, também teria presenciado a cena. Marília não resistiu aos ferimentos e morreu no local antes da chegada do socorro.
Corpo encaminhado ao SML
Após os procedimentos no local, o corpo foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML) da Polícia Científica, em Cachoeiro de Itapemirim, onde passou por exames de necropsia.
Suspeito tinha histórico de agressividade
Segundo relato do filho da vítima à Polícia Militar, o companheiro de Marília apresentava histórico de comportamento agressivo. Testemunhas também informaram que o suspeito fazia uso frequente de bebidas alcoólicas e entorpecentes, o que pode ter contribuído para a violência do crime.
Investigação segue em andamento
Em nota, a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cachoeiro de Itapemirim. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
Denúncias anônimas
A Polícia Civil pede o apoio da população para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias do homicídio. Informações podem ser repassadas de forma anônima e sigilosa pelo Disque-Denúncia 181.
