Um homem de 32 anos foi baleado na testa após ser chamado por duas mulheres que chegaram de motocicleta em frente à sua casa, no município de Piúma, no Sul do Estado. O crime aconteceu na noite desta segunda-feira (06), no bairro Nova Esperança, e teve um desfecho ainda mais grave nesta terça-feira (07), quando foi confirmada a morte cerebral da vítima.
Ataque aconteceu após discussão em frente à residência
De acordo com informações da Polícia Militar, as suspeitas chegaram ao local em uma motocicleta e pararam em frente à residência de Delcimar Benevides Coutinho, de 32 anos, localizada na Rua do Campo, região conhecida como Aparecidinha.
As mulheres chamaram pela vítima, que saiu do imóvel. Ainda segundo a PM, houve um desentendimento entre as partes. Durante a discussão, uma das suspeitas sacou uma arma de fogo e efetuou um disparo à queima-roupa, atingindo a testa de Delcimar.
Vítima foi socorrida em estado grave
Após o ataque, o homem foi atendido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhado inicialmente ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Piúma.
Devido à gravidade dos ferimentos, Delcimar precisou ser transferido para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), antigo São Lucas, referência em atendimentos de alta complexidade no Espírito Santo.
Nesta terça-feira (07), médicos constataram a morte cerebral da vítima.
Suspeitas seguem foragidas
Segundo a Polícia Civil, duas mulheres são apontadas como autoras do crime e seguem sendo procuradas. Um inquérito policial foi instaurado para apurar a motivação e as circunstâncias da tentativa de homicídio, que evoluiu para um caso de extrema gravidade.
Até o momento, detalhes adicionais sobre a identidade das suspeitas ou a possível motivação do crime não foram divulgados pelas autoridades.
Polícia pede ajuda da população
A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa contribuir com as investigações pode ser repassada de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181. O serviço é gratuito e garante total sigilo ao denunciante.
