Um aluno-soldado da Polícia Militar do Espírito Santo foi flagrado pelas câmeras de segurança de um shopping em Cariacica ao acionar um spray de pimenta dentro de um elevador. O episódio ocorreu no dia 18 de outubro e gerou grande repercussão nas redes sociais após as imagens serem divulgadas.
Imagens registradas
De acordo com o vídeo, o aluno-soldado estava acompanhado de outros três colegas quando acionou o spray. Segundos depois, um funcionário entra no elevador e apresenta sinais de irritação — típicos da substância. Em seguida, três mulheres também entram no local e começam a tossir, deixando o ambiente rapidamente. Nossa equipe teve acesso ao vídeo que mostra o momento exato do ocorrido. Confira o vídeo.
Vídeo Instagram ES na Fita:
Repercussão e riscos à saúde
O vídeo se espalhou pelas redes sociais, provocando indignação e pedidos de punição ao responsável. Especialistas alertam que o contato com o spray de pimenta pode causar irritação nos olhos, ardência na pele e dificuldade respiratória, especialmente em locais fechados, como elevadores.
Posicionamento do shopping
Em nota, o Shopping Moxuara informou que “a administração está à disposição das autoridades policiais para colaborar com as investigações sobre o ocorrido”.
O que diz a Polícia Militar
A Polícia Militar confirmou que tomou conhecimento do vídeo e afirmou, também por meio de nota, que os fatos estão sendo apurados conforme as normas disciplinares internas.
“A Polícia Militar informa que tomou conhecimento do vídeo envolvendo alunos-soldados que supostamente teriam utilizado spray de pimenta dentro de um elevador localizado em um estabelecimento comercial.
Com base em seu compromisso com a ética, a disciplina e a transparência, a Polícia Militar destaca que os fatos estão sendo devidamente apurados com base no regulamento interno aplicável, assegurando uma apuração rigorosa, imparcial e em conformidade com as normas disciplinares da instituição”.
destacou a corporação.
Até o fechamento desta reportagem, a corporação não informou quais medidas disciplinares poderão ser adotadas contra o aluno-soldado envolvido no caso.
