A morte de um homem de 53 anos causou comoção entre moradores do bairro Araçá, em Linhares, no Norte do Espírito Santo. Emanuel Dionizio Turibio foi encontrado morto na noite desta segunda-feira (02), com uma perfuração provocada por disparo de arma de fogo na região do tórax.
Informações apuradas pelo ES Na Fita apontam que a vítima era conhecida na região e querida por moradores. Pessoas ouvidas pela reportagem acreditam que Emanuel não tinha envolvimento com atividades criminosas e pode ter sido atingido durante um ataque relacionado à disputa pelo tráfico de drogas.
Moradores relatam preocupação com disputa entre criminosos
Segundo relatos de moradores, alguns bairros da região vêm enfrentando conflitos relacionados à disputa por pontos de venda de entorpecentes.
A suspeita levantada por pessoas da comunidade é de que criminosos de outro bairro tenham ido até a região e cometido o ataque, acabando por tirar a vida de Emanuel. Os moradores ouvidos pelo ES Na Fita afirmaram que ele era uma pessoa tranquila e não tinha ligação com o crime.
Até o momento, porém, não há confirmação oficial sobre a motivação do homicídio nem sobre uma possível relação com disputas entre grupos criminosos. Essa hipótese deverá ser apurada pela Polícia Civil.
Testemunhas não souberam informar como o crime aconteceu
De acordo com a Polícia Militar, havia testemunhas no local, mas ninguém conseguiu informar aos policiais como o homicídio aconteceu.
A perícia da Polícia Científica constatou uma perfuração na região do tórax da vítima. Após os procedimentos no local, o corpo foi recolhido e encaminhado ao Serviço Médico Legal (SML) de Linhares, onde passou por exame de necropsia antes de ser liberado aos familiares.
Polícia investiga o homicídio
A Polícia Civil informou que o caso está sob investigação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Linhares. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
Informações que possam ajudar na identificação dos responsáveis podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia 181. Segundo a Polícia Civil, o sigilo é absoluto e a participação da população é importante para o avanço das investigações.
